Dica de Aplicativo: “Music Bee”

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Para quem procura não apenas um aplicativo para tocar música, mas sim um software completo – e gratuito – para o gerenciamento de sua biblioteca musical, o Music Bee (http://getmusicbee.com/) é a minha sugestão. Além das funções normais que se espera de um music player, o Music Bee possui diversas ferramentas:

  • download automático das capas de álbuns;
  • sincronização de seu histórico de faixas ouvidas com a LastFM;
  • download automático de tags MP3, de uma única música ou de um álbum inteiro;
  • modo Theater, com exibição de imagens do artista a partir da internet ou do Flickr;
  • diversos skins para personalização do player;
  • recuperação da letra e de informações do artista cuja música está tocando;
  • sincronização de playlists com dispositivos móveis.

Já uso o aplicativo há cerca de 5 anos e posso dizer que estou plenamente satisfeito com o mesmo. Se você procura uma alternativa para os players convencionais de música, vale a pena testar.

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Música da Semana: “Reckoning Day”, Megadeth

Faixa que abre o álbum “Youthanasia“, de 1994, “Reckoning Day” é uma das minhas músicas favoritas do Megadeth.O ritmo poderoso da bateria, o peso dos riffs e o inconfundível vocal de Dave Mustaine mostram a banda americana em um dos seus melhores momentos. Como não encontrei o clipe oficial da versão em estúdio, postei a performance da mesma durante a gravação do álbum ao vivo “Rude Awakening“.

 

Dica de Livro: “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Johann Wolfang von Goethe

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O modo como Goethe escreveu “Werther” é capaz de colocar o leitor na pele do personagem principal e fazê-lo sentir o sofrimento do mesmo. Escrito em forma de cartas, o romance é poderoso e conta o desenrolar da paixão incontrolável e impossível de Werther por Carlota, uma mulher já prometida para outro homem. Toda a evolução do sofrimento de Werther é magistralmente narrado por Goethe até o fatídico desfecho. Talvez a melhor tragédia amorosa depois de “Romeu e Julieta”

Música da Semana: “Lullaby”, The Cure

Expoente máximo do gothic rock, o “The Cure” é liderado pelo singular Robert Smith, um dos músicos mais criativos da atualidade. A banda se caracteriza pelo visual carregado, tanto nos videoclipes quanto nas apresentações ao vivo e possui uma musicalidade única. A faixa “Lullaby” faz parte do álbum “Disintegration“, lançado em 1989, e foi a música de maior sucesso do “The Cure” na Inglaterra. Já o clipe ganhou o prêmio de Melhor Vídeo do Brit Award de 1990.

Dica de Filme: “Blade Runner, o Caçador de Androides”

Clássico da ficção-científica, baseado no livro “Do androids dream of the electric sheep?” de Philip K. Dick e dirigido por Ridley Scott, o filme conta a história do policial Rick Deckard (Harrison Ford), um blade runner, um especialista em caçar androides. Com uma fotografia impressionante, trilha sonora hipnotizante e uma história bem construída, Blade Runner se tornou um cult e é uma grande sugestão para os amantes de narrativas distópico-tecnológicas.

Música da Semana: “Learning to Fly”, Pink Floyd

O álbum “A Momentary Lapse of Reason”, de 1987, foi o primeiro do Pink Floyd após a traumática partida do baixista e fundador Roger Waters. Se a saída de Waters resultou na perda de grande parte do psicodelismo sonoro da banda, por outro lado permitiu que David Gilmour colocasse as guitarras em primeiro plano. “A Momentary Lapse of Reason” tem uma significação especial para mim porque este álbum foi o primeiro do Floyd que escutei e a faixa é uma das minhas favoritas no disco, por seu ritmo empolgante e pela bela letra, que discorre sobre o eterno sonho da humanidade de voar.

Dica de álbum: “Hand. Cannot. Erase.”, Steven Wilson

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O músico inglês Steven Wilson é, atualmente, um dos nomes mais influentes no cenário do rock progressivo mais conhecido pelo trabalho com a banda “Porcupine Tree”. Autodidata em engenharia de áudio e produção musical, Wilson tem diversos outros projetos, dos quais destaco “Blackfield”, “No-Man” e “Bass Communion”.

“Hand. Cannot. Erase” é um concept-album, o quarto do projeto solo de Steven e foi inspirado numa notícia sobre uma mulher que é encontrada em seu apartamento três anos depois, sem que nenhuma pessoa sentisse a sua falta.

Para os fãs do rock progressivo clássico, o trabalho de Wilson é um sopro de vitalidade e criatividade. Destaque para a faixa-título, “Perfect Life” e “Happy Returns“.