Música da Semana: “Forgiveness”, Collective Soul

Faixa que aparece no álbum “Disciplined Breakdown“, de 1997, da banda americana Collective Soul, “Forgiveness” possui uma bela letra, que casa muito bem com a música. Com arranjos simples, porém de muito bom gosto, esta canção é uma boa opção para aqueles que desejam ouvir rock alternativo de qualidade.

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Poema da Semana: “Caos”

Versão na Língua Inglesa

Procuro por ajuda
mas consigo ver somente bizarras imagens de nós mesmos
misturadas no escuro

Corro para um abrigo
mas somente escuto gritos demoníacos
nos cercando

Peço por um milagre
mas todos os anjos caíram do céu
asas putrefatas

Nossas almas afogando-se em desespero
Nossos gritos silenciosos
Nossas mentes se entregando à loucura

Só há caos lá fora

©2006 Eduardo Magela Rodrigues

Dica de Livro: “Anna Karenina”, Liev Tolstoi

anna_karenina

Da Wikipedia:

Anna Karenina é um romance do escritor russo Liev Tolstói. A história começou a ser publicada por meio da revista Ruskii Véstnik (O mensageiro russo), entre janeiro de 1875 e abril de 1877, mas seu final não chegou a ser publicado nela por motivos de desacordo entre Tolstói e e o seu editor, Mijaíl Katkov, sobre o final do romance. Portanto, a primeira edição completa do texto apareceu em forma de livro ainda em 1877.

É uma das obras mais destacadas do realismo literário. Para Tolstói, foi o seu primeiro verdadeiro romance, e considera sua obra Guerra e Paz como mais que um romance. O escritor Fiódor Dostoiévski considera o Anna Karenina como “impecável como obra de arte”, opinião compartilhada também por Vladimir Nabokov que a considera como “a impecável mágica do estilo de Tolstói” e por William Faulkner que considera o romance como “o melhor já escrito”. O romance continua entre as mais populares da história, como demonstrado por uma enquete com 125 autores contemporâneos feita por J. Peder Zane, em 2007, e publicada na revista Time, que declarou que Anna Karenina é o maior romance já escrito.”

Retirado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Anna_Karenina

Poema da Semana: “Tu”

Versão na Língua Inglesa

Tu és a estrela que faltava
A luz para minha estrada enegrecida
A doce madrugada da minha paixão

Tu és as palavras que eu não conseguia escrever
O sentido para todos os meus versos
A rima para o meu coração dissonante

Tu és quem eu procurava
As respostas para as questões que não perguntei
O alívio para minha mente cansada

Tu és a flor que desabrocha
A cor que tinge meus sonhos
O perfume que me leva para casa

Tu és o rio calmo que flui
O riacho que leva meus temores embora
A água que mata minha sede

Tu és o vento que sopra
O ar que meus pulmões necessitam respirar
A brisa que me toca durante o pôr-do-sol

Tu és a canção que eu não conseguia escutar
A letra que eu não conseguia cantar
O sentimento que eu não conseguia sentir

Tu és o lugar onde encontro paz
O abrigo onde posso descansar
Meu refúgio quando me sinto triste

Tu és tudo que preciso
Deixe-me ser o mesmo para ti

©2005 Eduardo Magela Rodrigues

Dica de Filme: “O Leitor”

Sinopse retirada do site Adoro Cinema (http://www.adorocinema.com/filmes/filme-126664/):

Na Alemanha pós-2ª Guerra Mundial o adolescente Michael Berg (David Kross) se envolve, por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher que tem o dobro de sua idade. Apesar das diferenças de classe, os dois se apaixonam e vivem uma bonita história de amor. Até que um dia Hanna desaparece misteriosamente. Oito anos se passam e Berg, então um interessado estudante de Direito, se surpreende ao reencontrar seu passado de adolescente quando acompanhava um polêmico julgamento por crimes de guerra cometidos pelos nazistas.

Um excelente filme, com um final comovente.

Poema da Semana: “Escuridão”

Versão na Língua Inglesa

Escolhi a escuridão como meu paradeiro
Um lugar onde o medo não tem uma face visível
Onde não percebo as sombras quem seguem meu rastro
E não posso ver os sinistros dedos que rasgam minha pele

Escolhi a escuridão como meu último refúgio
Um lugar onde o frio e a chuva não cessam
Onde escuto os perturbadores sussurros de um lugar putrefato
E sinto o silencioso toque da loucura dominando-me lentamente

Escolhi a escuridão como meu esconderijo
Um lugar onde ninguém será capaz de me achar
Onde dor e sofrimento serão diluídos no negror absoluto
E as memórias desaparecerão, engolidas pelo isolamento

Escolhi a escuridão como minha última morada
Um lugar onde a fé não pode ser restaurada com palavras
Onde os olhos dos anjos queimam e os corações dos demônios gelam
E espíritos vagam aleatoriamente, desconectados de qualquer
crença

Escolhi a escuridão desde que a luz me foi negada

©2004 Eduardo Magela Rodrigues

Dica de Álbum: “The Chemical Wedding”, Bruce Dickinson

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Lançado em 1998, “The Chemical Wedding” é o quinto álbum da carreira solo de Bruce Dickinson. Contando a participação do guitarrista Adrian Smith, o disco é um dos melhores álbuns de heavy metal que já ouvi, combinando peso com boas letras e melodiosos solos. Mais lento, porém mais pesado que a média de álbuns do Iron Maiden, “The Chemical Wedding” é uma excelente opção para quem busca o melhor do metal britânico. Destaque para a faixa-título, “Jerusalem” e “Machine Men“.

Poema da Semana: “Justificando-me”

Versão na Língua Inglesa

Esmaguei todas as tuas esperanças porque não possuo mais as minhas
Estraguei todos os teus sonhos porque não mais consigo dormir
Descolori teu sorriso porque minha vida tornou-se cinza
Enterrei teu amor porque meu coração não conseguiu controlá-lo

Não me pergunte porque estou me justificando

Tapei meus olhos porque não suportava mais te ver
Esqueci de mim mesmo porque não conseguia esquecer-te
Silenciei minha solitária voz porque não conseguia ouvir a tua
Amarrei minhas mãos porque não era capaz de adormecê-las

Não me pergunte porque estou me justificando

Todas as respostas se foram
Todas as razões desapareceram
Dispersas dentro de mim
Escondidas em ti
Perdidas entre nós

©2005 Eduardo Magela Rodrigues