Dica de Livro: “As Brumas de Avalon”, Marion Zimmer Bradley

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Série em quatro volumes escrita em 1979 pela escritora estadunidense Marion Zimmer Bradley, “As Brumas de Avalon”conta a história do Rei Artur e seus cavaleiros, a partir da ótica de personagens femininas. Assim, vemos a desenrolar de uma das mais famosas lendas mundiais através da perspectiva de Guinevere, Morgana e Morgause. Entre outros assuntos, a trama explora o universo da cultura pagã e o nascimento do cristianismo, homossexualidade masculina e feminina e os bastidores políticos. O estilo fluido de Marion e a estrutura textual da obra tornam a leitura da série, que ajudou a redefinir a lenda de Artur, bastante agradável. É impossível parar de ler.

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Dica de Álbum: “Heaven and Hell”, Black Sabbath

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Lançado em 1980, “Heaven and Hell” é o nono álbum de estúdio da banda inglesa Black Sabbath. É o primeiro disco em que os vocais ficaram por conta do excepcional Ronnie James Dio, que substituiu Ozzy Osbourne, demitido no anterior. Apesar de todo o carisma de Ozzy, é inegável o fato de que Dio é um cantor com muito mais recursos e que combinou muito bem estilo do Sabbath. O resultado é um dos melhores álbuns do estilo, que contém músicas como “Neon Knights”, “Die Young” e a faixa-título. Uma aula atemporal de heavy metal!

Dica de Filme: “A Fonte da Vida”

Lançado em 2006, “A Fonte da Vida” conta três histórias de um mesmo amor, separadas no tempo e no espaço. Na primeira, Tomas Creo (Hugh Jackman) é um conquistador espanhol em busca da Árvore da Vida no Novo Mundo a mando da Rainha Isabel (Rachel Weisz); na segunda Tom Creo (Jackman) é um cientista em busca de uma cura para o cancro na tentativa de salvar a sua mulher Izzi (Weisz); na terceira, Tommy (Jackman) é um ser do futuro viajando numa bolha e transportando a Árvore da Vida para Shibalba. Com excelentes efeitos visuais, sensibilidade no nível certo e boas atuações dos protagonistas, é uma excelente opção para quem busca um bom drama.

Dica de Livro: “O Retrato de Dorian Gray”, Oscar Wilde

Publicado em 1890 pelo escritor e dramaturgo Oscar Wilde, “O Retrato de Dorian Gray” conta a história de um jovem que, vislumbrando que sua beleza física desaparecerá com o tempo, vende sua alma para não envelhecer. A partir daí, o corpo de Dorian passa a não mostrar sinais de envelhecimento, mas um retrato seu – pintado pelo artista Basil Hallward – passa a se deformar com cada ato imoral praticado pelo jovem ao longo de dezoito anos de uma vida dedicada à luxúria. Um livro polêmico e que retrata, brilhantemente, o quão superficiais nós podemos ser.