Dica de Álbum: “Heaven and Hell”, Black Sabbath

heaven-and-hell

Lançado em 1980, “Heaven and Hell” é o nono álbum de estúdio da banda inglesa Black Sabbath. É o primeiro disco em que os vocais ficaram por conta do excepcional Ronnie James Dio, que substituiu Ozzy Osbourne, demitido no anterior. Apesar de todo o carisma de Ozzy, é inegável o fato de que Dio é um cantor com muito mais recursos e que combinou muito bem estilo do Sabbath. O resultado é um dos melhores álbuns do estilo, que contém músicas como “Neon Knights”, “Die Young” e a faixa-título. Uma aula atemporal de heavy metal!

Anúncios

Dica de Álbum: “Chaos A.D.”, Sepultura

chaos-ad

Lançado em 1993, “Chaos A.D.” é o quinto álbum de estúdio da banda brasileira Sepultura. Na minha opinião, este é o melhor disco do grupo que nasceu em Belo Horizonte, pelo peso e sonoridade, que beiram o metal industrial. Como em qualquer grande álbum, é difícil escolher as melhores faixas, pois o disco merece ser ouvido na íntegra. De qualquer forma, destaco “Territory”, “Slave New World” e “Nomad”. Sem dúvidas, um dos melhores álbuns de metal da história!

Dica de Álbum: “Living Room Songs”, Ólafur Arnalds

living-room-songs

O compositor e multi instrumentista islandês Ólafur Arnalds consegue mesclar, com muito bom gosto e sensibilidade, componentes da música clássica com elementos da música eletrônica. Seu álbum “Living Room Songs” – lançado em 2011 e gravado dentro da sala de estar de seu apartamento ao longo de uma semana – é um dos meus favoritos exatamente pela maestria como Arnalds executa esta mistura. É um álbum para ser ouvido com calma e, de preferência, com fones de ouvidos. Destaco as belíssimas “Lag fyrir ömmu” e “Near Light”. Se puder, escute os outros discos deste talentoso músico.

Dica de Álbum: “Waiting for the Sirens’ Call”, New Order

waiting-for-the-sirens-call
Lançado em 2005, “Waiting for the Sirens’ Call” é o oitavo álbum de estúdio da banda britânica New Order. Diferente de outros discos do grupo, o álbum tem um tom bem menos sombrio, servindo como uma boa trilha sonora para quem deseja correr ou praticar exercícios físicos. Destaco “Who’s Joe?”, a dançante “Hey Now What You Doing” e “Dracula’s Castle”.
#dicadealbum #instaalbuns #musica #cultura

Dica de Álbum: “The Final Cut”, Pink Floyd

the-final-cut

Décimo segundo álbum do Pink Floyd, “The Final Cut” foi lançado em março de 1983. O disco é último com Roger Waters e foi marcado por grande tensão entre os integrantes da banda, além de não contar com o tecladista Richard Wright. Tecnicamente, trata-se de um álbum conceitual escrito inteiramente por Waters e que discorre sobre a Guerra das Malvinas e a II Guerra Mundial. Com letras carregadas de críticas políticas e sociais, o disco é – em termos sonoros – mais melancólico e sombrio que o lendário “The Wall”. Destaco as faixas “Your Possible Pasts”, “The Gunner’s Dream” e “Two Suns in the Sunset”. Indicado para momentos de maior instropecção.

Dica de Álbum: “Sol29”, Nosound

Nosound - Sol29

Nosound” é uma banda italiana de rock progressivo fundada por Giancarlo Erra em 2002. Conheci a mesma em 2013 através do aplicativo BandHook e confesso que desde então se tornou uma das minhas bandas favoritas. Com influências do Pink Floyd e Brian Eno, o Nosound navega entre o rock progressivo e música ambiente, criando texturas sonoras de muito bom gosto. “Sol29“, de 2005, é o álbum de estreia do grupo, que – à época – era composto apenas por Erra. Suas faixas são majoritariamente instrumentais ou com poucas inserções vocais. Destaque para “The Moment She Knew”, “Overloaded”, “Idle End” e a espetacular “Sol29”.

Dica de Álbum: “Countdown to Extinction”, Megadeth


Lançado em 1992, “Countdown to Extinction” é o meu álbum preferido do Megadeth, com a – na minha opinião – melhor formação da banda. O disco, que foi indicado para o prêmio de “Melhor Desempenho de Metal” no Grammy Awards de 1993, é uma aula de thrash metal de um conjunto que já entregou outros álbuns memoráveis. Além dos clássicos instantâneos como “Symphony of Destruction” and “Sweating Bullets”, destaco a faixa-titulo e “Psychotron”. Pesado como geladeira!

Dica de Álbum: “Starkers in Tokyo”, Whitesnake

Lançado em 1998, “Starkers in Tokyo” – do Whitesnake – é um dos meus álbuns acústicos preferidos, perdendo apenas para “Alice in Chains – MTV Unplugged”. O disco é, na verdade, a gravação de um show de voz e violão feito na capital japonesa pelo vocalista David Coverdale e o guitarrista Adrian Vandenberg. A ausência de pedais e demais instrumentos permite que o ouvinte tenha uma perfeita noção de quanto Coverdale canta, sem fazer qualquer tipo de esforço (em contraste com outros vocalistas de diversos gêneros). O álbum é uma coleção de hits da banda, mas destaco “Sailing Ships”, “Love Ain’t No Stranger” e “The Deeper The Love”. Escute e se encante com a performance de uma das mais belas vozes do rock mundial.

#dicadealbum #música #rock #whitesnake #acústico

Dica de Àlbum: “The Distance to Here”, Live

the-distance-to-here

O “Live” é uma de minhas bandas de rock alternativo prediletas, em decorrência da originalidade do som, o lirismo das letras e o voz ímpar de Ed Kowalczyk. “The Distance to Here” – quarto álbum de estúdio do conjunto norte-americano, lançado em 1999 – é meu álbum favorito, devido aos vocais especialmente energéticos de Kowalczyk canta, as belas letras e o instrumental bem afinado da banda. Gosto de todas as faixas do álbum, mas destaco a animada “The Dolphin’s Cry”, a pesada “Sparkle”, bem como as contemplativas “Run to the Water”, “Where Fishes Go” e “Face and Ghost (The Children’s Song)”. Se puder, confira também as letras!

Dica de Álbum: “Powerslave”, Iron Maiden

Em tempos de músicos de um sucesso só – e de letras e ritmos de gosto mais do que duvidoso -, o Iron Maiden e seus mais de 40 anos de estrada é um ponto fora da curva. Formada em 1975, a lendária banda britânica de heavy-metal possui uma sólida base de fãs, uma das discografia mais vastas e respeitadas da história do rock e arrasta multidões em todos os cantos do mundo. “Powerslave” – o quinto álbum de estúdio da banda e lançado em 1984 – é, desde a faixa inicial, “Aces High” (que se inicia com um trecho de Winston Churchill durante a II Guerra), até “Rime of the Ancient Mariner” (que foi inspirada a partir de um poema homônimo, lançado em 1798 pelo poeta Samuel Taylor Coleridge), é uma amostra do que a Donzela de Ferro é capaz de criar. Na minha humilde opinião, este é o melhor álbum do Maiden. Além de “Aces High” e “Rime of the Ancient Mariner”, destaco também “2 Minutes to Midnight” e “The Duellists”. Simplesmente um dos melhores discos de heavy-metal de todos os tempos!