Dica de Álbum: “Countdown to Extinction”, Megadeth


Lançado em 1992, “Countdown to Extinction” é o meu álbum preferido do Megadeth, com a – na minha opinião – melhor formação da banda. O disco, que foi indicado para o prêmio de “Melhor Desempenho de Metal” no Grammy Awards de 1993, é uma aula de thrash metal de um conjunto que já entregou outros álbuns memoráveis. Além dos clássicos instantâneos como “Symphony of Destruction” and “Sweating Bullets”, destaco a faixa-titulo e “Psychotron”. Pesado como geladeira!

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Dica de Álbum: “Starkers in Tokyo”, Whitesnake

Lançado em 1998, “Starkers in Tokyo” – do Whitesnake – é um dos meus álbuns acústicos preferidos, perdendo apenas para “Alice in Chains – MTV Unplugged”. O disco é, na verdade, a gravação de um show de voz e violão feito na capital japonesa pelo vocalista David Coverdale e o guitarrista Adrian Vandenberg. A ausência de pedais e demais instrumentos permite que o ouvinte tenha uma perfeita noção de quanto Coverdale canta, sem fazer qualquer tipo de esforço (em contraste com outros vocalistas de diversos gêneros). O álbum é uma coleção de hits da banda, mas destaco “Sailing Ships”, “Love Ain’t No Stranger” e “The Deeper The Love”. Escute e se encante com a performance de uma das mais belas vozes do rock mundial.

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Dica de Àlbum: “The Distance to Here”, Live

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O “Live” é uma de minhas bandas de rock alternativo prediletas, em decorrência da originalidade do som, o lirismo das letras e o voz ímpar de Ed Kowalczyk. “The Distance to Here” – quarto álbum de estúdio do conjunto norte-americano, lançado em 1999 – é meu álbum favorito, devido aos vocais especialmente energéticos de Kowalczyk canta, as belas letras e o instrumental bem afinado da banda. Gosto de todas as faixas do álbum, mas destaco a animada “The Dolphin’s Cry”, a pesada “Sparkle”, bem como as contemplativas “Run to the Water”, “Where Fishes Go” e “Face and Ghost (The Children’s Song)”. Se puder, confira também as letras!

Dica de Álbum: “Powerslave”, Iron Maiden

Em tempos de músicos de um sucesso só – e de letras e ritmos de gosto mais do que duvidoso -, o Iron Maiden e seus mais de 40 anos de estrada é um ponto fora da curva. Formada em 1975, a lendária banda britânica de heavy-metal possui uma sólida base de fãs, uma das discografia mais vastas e respeitadas da história do rock e arrasta multidões em todos os cantos do mundo. “Powerslave” – o quinto álbum de estúdio da banda e lançado em 1984 – é, desde a faixa inicial, “Aces High” (que se inicia com um trecho de Winston Churchill durante a II Guerra), até “Rime of the Ancient Mariner” (que foi inspirada a partir de um poema homônimo, lançado em 1798 pelo poeta Samuel Taylor Coleridge), é uma amostra do que a Donzela de Ferro é capaz de criar. Na minha humilde opinião, este é o melhor álbum do Maiden. Além de “Aces High” e “Rime of the Ancient Mariner”, destaco também “2 Minutes to Midnight” e “The Duellists”. Simplesmente um dos melhores discos de heavy-metal de todos os tempos!

Dica de Álbum: “The Chemical Wedding”, Bruce Dickinson


Bruce Dickinson é um dos meus vocalistas favoritos, não somente pela sua voz ímpar, mas por sua entrega e pela presença de palco nos shows. No seu período de exílio do Iron Maiden, Dickinson lançou alguns excelentes álbuns solo, sendo um deles “The Chemical Wedding”, de 1998. Este disco mistura peso, belas melodias, solos inspirados e o já patente lirismo de das letras de Dickinson. Na minha opinião, o álbum não deixa nada a dever aos melhores discos do Iron Maiden, até porque na banda que o gravou estava outro ex-exilado da Donzela de Ferro, o talentoso guitarrista Adrian Smith. Apesar de considerar que “The Chemical Wedding” deve ser ouvido na integridade, destaco a pesadíssima faixa-título, a épica “Jerusalem” e a bela “Gates of Urizen”. Uma aula de heavy-metal, vinda de um dos nomes mais respeitados do estilo.

Dica de Álbum: “Rattle That Lock”, David Gilmour

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David Gilmour é o meu guitarrista preferido. Ele, certamente, não é um dos músicos mais virtuosos do mundo, mas seu bom gosto nas composições e nos arranjos, sua criatividade e – principalmente – sua capacidade de valorizar cada nota em seus solos o tornam único. O álbum “Rattle That Lock“, seu quarto álbum de estúdio e lançado em 2015, é um excelente demonstração das habilidades de Gilmour. O disco é sensacional e destaco as faixas “Faces of Stones“, “A Boat Lies Waiting” e “And Then…

Dica de Álbum: “It All Starts From Pieces”, Distant Dream

Lançado em maio de 2017, “It All Starts From Pieces” é, para mim, a melhor surpresa musical do ano até o momento. Escrito pela banda Distant Dream, da Polônia, o álbum é totalmente instrumental e apresenta um rock progressivo muito bem arranjado, com belas passagens harmônicas e solos inspirados. Devido à alta qualidade do disco, fica até complicado escolher as melhores faixas, mas destaco “Sleeping Waves“, “Reverse” e “Cold Clouds“. Para os fãs de rock progressivo à procura de novos nomes, fica a dica!

Dica de Álbum: “Hardwired… To Self-Destruct”, Metallica

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Lançado em novembro de 2016, o décimo álbum de estúdio do Metallica confirma o retorno à boa fase da banda norte-americana, que após o decepcionante “Saint Anger”, foi retomado pelo ótimo “Death Magnetic“. Pesado e veloz, “Hardwired… To Self-Destruct” mostra que o Metallica ainda tem muita gasolina no tanque. Destaque para a faixa-título, “Atlas Rise” e “Moth Into Flame“.

Dica de Álbum: “Master of Reality”, Black Sabbath

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Lançado em 1971, “Master of Reality” é terceiro disco de estúdio do Black Sabbath. O álbum contém algumas das canções mais emblemáticas da banda, como “Sweet Leaf“, “Orchid“, “Into the Void” e “Children of the Grave“, uma das minhas canções favoritas do quarteto de Birmingham. Mesmo depois de 46 anos de lançamento, ainda é um disco poderoso.