Dica de Livro: “Como Criar uma Mente”, Ray Kurzweil

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Pioneiro nos campos de reconhecimento ótico de caracteres, síntese de voz, reconhecimento de fala e teclados eletrônicos, Ray Kurzweil é um dos mais conhecidos futuristas da atualidade. No livro “Como Criar uma Mente”, o autor aborda pesquisas feitas na área da Neurociência – além de seus próprios estudos e invenções – e descreve, de maneira bastante didática, sua Teoria Mental de Reconhecimento de Padrões (TMRP), sobre o modo de funcionamento do neocórtex.
A teoria de Kurzweil é bastante interessante, pois apresenta o neocórtex não como um sistema intrincado, extremamente complexo e – por conseguinte – impossível de ser replicado, mas como uma estrutura hierárquica de pequenos sistemas interconectados e capazes de reconhecer padrões. O autor ressalta que o reconhecimento de padrões já havia sido observado por cientistas, entre eles, Charles Darwin, que utilizou a técnica para desenvolver sua Teoria da Evolução. Assim, baseado na TMRP, Kurzweil afirma que é possível fazer a engenharia reversa do cérebro humano para a criação de superinteligências artificiais, que – segundo ele – poderão ser criadas ainda neste século.
São abordados, ainda, assuntos relacionados à mente em áreas como a Psicologia, Filosofia, Anatomia e Tecnologia da Informação. Obviamente, tais temas não são esgotados no livro, mas o autor fornece diversas referências para aqueles que desejam se aprofundar. Em resumo, um livro instigante, escrito por um dos mais destacados visionários contemporâneo, sobre a mais fascinante máquina do universo: o cérebro humano.
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Dica de Livro: “Sapiens: Uma Breve História da Humanidade”, Yuval Harari

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Publicado em 2014, o livro “Sapiens: Uma Breve História da humanidade” foi escrito pelo historiador israelense Yuval Noah Harari. A obra é dividida em quatro seções (a saber: a Revolução Cognitiva, A Revolução Agrícola, A Unificação da Humanidade e A Revolução Científica), nas quais a história da humanidade é recontada, através da escrita elegante e fluida de Harari. O argumento central do livro é demonstrar que a capacidade de abstração foi crucial para que uma espécie tão frágil como a do homo sapiens conseguisse dominar o planeta, mesmo convivendo com animais muito mais fortes fisicamente. Uma leitura agradável e instigante, recomendada para quem procura saber um pouco mais sobre a nossa própria história.

Dica de Livro: “O Morro dos Ventos Uivantes”, Emily Brontë

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Lançado em 1847 pela escritora britânica Emily Brontë, o “Morro dos Ventos Uivantes” é um dos grandes clássicos da literatura inglesa e um dos maiores romances de todos os tempos. O livro marcado pela intensidade de suas personagens, principalmente pelo indomável Heathcliff e pela mimada Catarina Earnshaw. O que mais me marcou neste romance é a impressionante de Heathcliff, com sua completa falta de civilidade e a busca incansável por vingança contra a própria família que o acolheu. Merecem destaque, também, as descrições do rude ambiente doméstico na propriedade que dá título ao livro e a famosa frase, proferida por Catarina Earnshaw, que se tornou uma das mais importantes da Literatura mundial: “Meu amor por Heathcliff é como uma rocha eterna. Eu sou Heathcliff”. Uma grande obra, item obrigatório na lista de qualquer amante da Literatura.

Dica de Livro: “Madame Bovary”, Gustave Flaubert

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Excerto retirado do site “Mundo dos Livros”:

“Madame Bovary” foi um livro que causou muito rebuliço na sociedade europeia. Sendo considerado “imoral e corruptor” para mocinhas de família. Isso sem falar que Flaubert foi processado pela Sexta Corte Correcional do Tribunal de Sena, pois tratava de um adultério. E pior, adultério feminino. Mas, como é comum da natureza humana, tal situação só serviu para alavancar as vendas do livro, tornando-o um dos principais romances do Século XIX. (continua)

Dica de Livro: “A Flor Negra”

A novela policial “A Flor Negra” é meu primeiro trabalho a ser publicado fisicamente. A trama narra a história do detetive Ricardo Rodrigues, que é designado para investigar um misterioso assassinato e acaba sendo acometido por alucinações à medida em que avança no caso.

O livro está disponível em formato e-book na Amazon. Por enquanto, a versão física somente pode ser adquirida comigo, através do endereço: eduardo@eduardo.rodrigues.nom.br.

Dica de Livro: “A Dama das Camélias”

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Retirado da Wikipedia (https://pt.wikipedia.org/wiki/La_dame_aux_cam%C3%A9lias):

Romance do escritor francês Alexandre Dumas Filho, publicado pela primeira vez em 1848, “A Dama das Camélias” tem cunho autobiográfico. Dumas Filho inspirou-se em suas próprias relações com a cortesã Marie Duplessis, e ainda no fato de ser ele próprio filho ilegítimo de Alexandre Dumas. Experimentando a rejeição, encontrou ao lado da amante a estabilidade que necessitava, e que veio a ser-lhe o mote para o romance.

A obra é ambientada na revolução de 1848, na França. Retrata o romance entre Margarita Gautier, a mais cobiçada cortesã parisiense, e Armando Duval, um jovem estudante de Direito.

O jovem Armando pertence à uma família aristocrática da Paris do século XIX. Ele apaixona-se pela cortesã Marguerite. Mesmo diante da intolerância de sua família e do preconceito social, eles tentarão viver sua história de amor.


Excelente obra, muito bem escrita por Alexandre Dumas Filho, que retrata bem a França daquela época, em termos de costumes e hábitos. Recomendo!

Dica de Livro: “Moll Flanders”

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Retirado do site da Livraria Cultura:

As aventuras e desventuras da famosa MollFlanders & Cia.Que nasceu na prisão de Newgate, e ao longo de uma vida de contínuas peripécias, que durou três vintenas de anos, sem considerarmos sua infância, foi por doze anos prostituta, por doze anos ladra, casou-se cinco vezes (uma das quais com o próprio irmão), foi deportada por oito anos para a Virgínia e, enfim, enriqueceu, viveu honestamente e morreu como penitente.Escrito com base em suas próprias memórias. Com um subtítulo bastante abrangente, este livro de Daniel Defoe foi publicado em 1722, quando ele já era um escritor de talento reconhecido depois do sucesso de Robinson Crusoé (1719). Suposta autobiografia de uma criminosa que teria vivido no séc. XVII, narra as peripécias de alguém que sempre procura tirar vantagens das situações, como que a anunciar o capitalismo desenfreado que viria à tona logo mais.

Disponível em: http://www.livrariacultura.com.br/p/livros/literatura-internacional/romances/moll-flanders-42875814

Excelente livro, escrito de maneira bastante fluida.

Dica de Livro: “A Outra Volta do Parafuso”, Henry James

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Retirado de http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=85031:

A outra volta do parafuso conta a história da jovem filha de um pároco que, iniciando-se na carreira de professora, aceita mudar-se para a propriedade de Bly, em Essex, arredores de Londres. Seu patrão é tio e tutor de duas crianças, Flora e Miles, cujos pais morreram na Índia, e deseja que a narradora (que não é nomeada) seja a governanta da casa de Bly. Ao chegar a Essex, a jovem logo percebe que duas aparições, atribuídas a antigos criados já mortos, assombram a casa. O triunfo íntimo da protagonista, mais que desvendar o mistério de Bly, consiste em vencer o silêncio imposto pela diferença de condição social entre ela e seus pequenos alunos.

Narrativa envolvente e bem construída, “A outra volta do parafuso” é uma excelente opção para quem procura um livro pequeno e bem escrito.

Dica de Livro: “Os Filhos de Húrin”, J. R. R. Tolkien

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Muito antes da era de O Senhor dos Anéis, Morgoth, o primeiro Senhor do Escuro, lança uma terrível maldição contra toda a família de Húrin, o homem que tinha ousado desafiá-lo frente a frente. Assim, os destinos de Túrin e de sua irmã Niënor serão tragicamente entrelaçados. A vida breve e apaixonada dos dois irmãos é dominada pelo ódio de Morgoth, que envia seu mais temível servo, Glaurung, poderoso espírito na forma de um enorme dragão de fogo sem asas, numa tentativa de cumprir sua maldição e destruir os filhos de Húrin. (Retirado de http://www.saraiva.com.br/os-filhos-de-hurin-2851925.html)

Um livro em tom sombrio, mas muito poderoso. Imperdível para os fãs de Tolkien.

Dica de Livro: “Anna Karenina”, Liev Tolstoi

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Da Wikipedia:

Anna Karenina é um romance do escritor russo Liev Tolstói. A história começou a ser publicada por meio da revista Ruskii Véstnik (O mensageiro russo), entre janeiro de 1875 e abril de 1877, mas seu final não chegou a ser publicado nela por motivos de desacordo entre Tolstói e e o seu editor, Mijaíl Katkov, sobre o final do romance. Portanto, a primeira edição completa do texto apareceu em forma de livro ainda em 1877.

É uma das obras mais destacadas do realismo literário. Para Tolstói, foi o seu primeiro verdadeiro romance, e considera sua obra Guerra e Paz como mais que um romance. O escritor Fiódor Dostoiévski considera o Anna Karenina como “impecável como obra de arte”, opinião compartilhada também por Vladimir Nabokov que a considera como “a impecável mágica do estilo de Tolstói” e por William Faulkner que considera o romance como “o melhor já escrito”. O romance continua entre as mais populares da história, como demonstrado por uma enquete com 125 autores contemporâneos feita por J. Peder Zane, em 2007, e publicada na revista Time, que declarou que Anna Karenina é o maior romance já escrito.”

Retirado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Anna_Karenina