Música da Semana: “Sleepwalker”, The Wallflowers

Lançada pela banda The Wallflowers no álbum Breach, do ano de 2000, Sleepwalker é uma canção energética, simples e direta. A voz de Jakob Dylan se encaixa perfeitamente com a música, que é uma excelente pedida para animar o dia.

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Dica de Animação: “Zootopia”

Retirado do site oficial (http://filmes.disney.com.br/zootopia):

Zootopia é uma cidade diferente de tudo o que você já viu. Formada por “bairros-habitat”, como a elegante Praça Sahara e a gelada Tundralândia, essa metrópole abriga uma grande diversidade de animais irreverentes sempre prontos para encarar uma nova e divertida aventura.Quando Judy Hopps (voz de Monica Iozzi) chega em Zootopia, ela descobre que ser a primeira coelha da equipe da polícia, formada por animais grandes e fortes, não é nada fácil. Determinada a provar seu valor, ela embarca em uma aventura atrapalhada e bem humorada, ao lado do malandro raposo Nick Wilde (voz de Rodrigo Lombardi) para desvendar um grande mistério.


Uma excelente animação, com os já conhecidos padrões Disney de qualidade. Divertido e bem produzido, é uma ótima opção de divertimento. A melhor parte do filme, sem dúvida, acontece no setor de emissão de carteiras de habilitação, onde todos os funcionários são bichos-preguiça.

Poema da Semana: “Fragmentos”

Versão na Língua Inglesa

Restaram apenas fragmentos nossos
Resíduos de algo outrora sólido
Folhas espalhadas de uma árvore morta
Gotas enlameadas de um lago que seca
Pétalas putrefatas de uma flor esmagada
A última linha de uma carta de amor triturada

Restaram apenas fragmentos nossos
Uma amizade decrépita oriunda de uma paixão alucinante
Um tênue senso de consideção vindo de um amor estonteante
Palavras vazias vindas de uma parceria outrora indestrutível

Restaram apenas fragmentos nossos
porque algumas coisas não podem ser reparadas
quando suas essências são terrivelmente quebradas
e o respeito mútuo é completamente ignorado

Ambos sabemos que não podemos se reconstruídos

©2005 Eduardo Magela Rodrigues

Dica de Livro: “Madame Bovary”, Gustave Flaubert

madame_bovary

Excerto retirado do site “Mundo dos Livros”:

“Madame Bovary” foi um livro que causou muito rebuliço na sociedade europeia. Sendo considerado “imoral e corruptor” para mocinhas de família. Isso sem falar que Flaubert foi processado pela Sexta Corte Correcional do Tribunal de Sena, pois tratava de um adultério. E pior, adultério feminino. Mas, como é comum da natureza humana, tal situação só serviu para alavancar as vendas do livro, tornando-o um dos principais romances do Século XIX. (continua)

Poema da Semana: “Choro”

Versão na Língua Inglesa

Não sei por que choras
Lágrimas não a trarão de volta
Apenas a afogarão

Não sei por que choras
Lágrimas não podem desfazer teus atos
Apenas transbordá-los

Não sei por que choras
Lágrimas não podem curar toda esta dor
Apenas torná-la mais forte

Não sei por que choras
Lágrimas não aliviarão teu coração
Apenas o enferrujarão

Não sei por que choras
Lágrimas não limparão tua sujeira
Apenas a transformarão em barro

©2005 Eduardo Magela Rodrigues

Dica de Filme: “Manchester à Beira-Mar”

Retirado do site Omelete (https://omelete.uol.com.br/filmes/manchester-by-the-sea/):

Depois da morte de seu irmão mais velho, Lee Chandler é forçado a voltar para casa para cuidar do seu sobrinho de 16 anos. Lá ele é obrigado a lidar com um passado trágico que o separou de sua família e do lugar onde nasceu e foi criado.


Excelente drama, sóbrio e sem apelo a clichês melancólicos. A fotografia cinzenta de grande parte do filme ajuda no clima.

Poema da Semana: “Fale Comigo”

Versão na Língua Inglesa

Fale comigo
Perdi minha crença
Mas, mesmo nas névoas do pecado e do ceticismo
Sei que posso ser resgatado
Minha fé é uma tênue linha muito esticada
que fica cada vez mais fraca
Mas que pode ser restaurada
Apenas fale comigo

Fale comigo
Porque tanto sofrimento?
O fardo torna-se mais pesado a cada dia
Não consigo entender a razão para tudo isso
Mas ainda posso acreditar em Ti
Apenas fale comigo

Fale comigo
Não exijo um sinal claro
Apenas um relance de Tua presença será suficiente
Não preciso de uma palavra inteira, somente uma letra
Talvez eu esteja caminhando através das mais obscuras regiões do conhecimento
Mas não posso Te negar
Não posso Te culpar por minha falta de fé,
por esse mundo injusto que construímos
Não é culpa Tua
Então, apenas fale comigo

©2004 Eduardo Magela Rodrigues