Dica de Álbum: “Chaos A.D.”, Sepultura

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Lançado em 1993, “Chaos A.D.” é o quinto álbum de estúdio da banda brasileira Sepultura. O álbum veio na esteira dos clássicos “Beneath the Remains” e “Arise“, marcando a melhor fase da banda. Pela alta qualidade do disco, é complicado indicar as melhores faixas, mas, na minha opinião elas são “Nomad“, “Slave New World” e “Territory“.

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Dica de Álbum: “Animals”, Pink Floyd

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Lançado em janeiro de 1977, Animals é o décimo álbum de estúdio da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd. Com sua icônica capa com um porco voador, Animals é, na minha opinião, o melhor álbum do Floyd. O disco é um concept album baseado no livro “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell, em que equipara os humanos a cada um dos três animais do livro: os cães são usados para representarem os homens da lei; os porcos os políticos corruptos e moralistas; e as ovelhas, que sem pensamento próprio, cegamente seguem um líder. É difícil escolher a melhor faixa do álbum, mas um de meus momentos favoritos é o fantástico solo que encerra a música número 4, Pigs (Three Different Ones).

Dica de Álbum: “The Chemical Wedding”, Bruce Dickinson

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Lançado em 1998, “The Chemical Wedding” é o quinto álbum da carreira solo de Bruce Dickinson. Contando a participação do guitarrista Adrian Smith, o disco é um dos melhores álbuns de heavy metal que já ouvi, combinando peso com boas letras e melodiosos solos. Mais lento, porém mais pesado que a média de álbuns do Iron Maiden, “The Chemical Wedding” é uma excelente opção para quem busca o melhor do metal britânico. Destaque para a faixa-título, “Jerusalem” e “Machine Men“.

Dica de Álbum: “The Bends”, Radiohead

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Lançado em 1995, “The Bends” é o segundo álbum de estúdio da banda inglesa “Radiohead“. O disco ficou muito conhecido no Brasil pela belíssima faixa “Fake Plastic Trees“, veiculada em uma emocionante propaganda sobre a Síndrome de Down. Todavia, o álbum, que na minha opinião é menos experimental que outros como “Kid A” e “OK Computer“, possui outras excelentes canções como “High and Dry”, “Black Star” e “Street Spirit“. Minha favorita deste álbum, contudo é a faixa-título, energética e direta ao ponto.

Dica de Álbum: “Save me, San Francisco”, Train

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Lançado em 2009, “Save me, San Francisco” é o quinto álbum de estúdio da banda Train. “Hey, Soul Sister“, com seu refrão viciante, é, sem dúvida, a faixa mais conhecida, mas o disco conta com outras belas canções como a dançante música título e as belas “Marry Me“, “Parachute” e “Brick by Brick“. Para quem procura uma opção de rock alternativo sem muito peso, fica a dica.

Dica de Álbum: “The Division Bell”, Pink Floyd

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Lançado em 1994, “The Division Bell” é o décimo-quarto álbum da lendária banda britânica Pink Floyd, o segundo após a partida de Roger Waters. Juntamente com “Animals”,A Momentary Lapse of Reason” e “The Final Cut“, é um dos meus preferidos do Floyd. Apesar de não contar com a psicodelia de álbuns anteriores, “The Division Bell” prima pelas letras inspiradas e pelas belas melodias, sendo mais fácil de ser degustado por aqueles que não possuem familiaridade com a obra da banda inglesa. Destaque para a transcendental “Cluster One“, a belíssima “Take It Back” e “High Hopes“, que fecha o disco de maneira monumental.

Dica de álbum: “Hand. Cannot. Erase.”, Steven Wilson

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O músico inglês Steven Wilson é, atualmente, um dos nomes mais influentes no cenário do rock progressivo mais conhecido pelo trabalho com a banda “Porcupine Tree”. Autodidata em engenharia de áudio e produção musical, Wilson tem diversos outros projetos, dos quais destaco “Blackfield”, “No-Man” e “Bass Communion”.

“Hand. Cannot. Erase” é um concept-album, o quarto do projeto solo de Steven e foi inspirado numa notícia sobre uma mulher que é encontrada em seu apartamento três anos depois, sem que nenhuma pessoa sentisse a sua falta.

Para os fãs do rock progressivo clássico, o trabalho de Wilson é um sopro de vitalidade e criatividade. Destaque para a faixa-título, “Perfect Life” e “Happy Returns“.

Dica de Álbum: “Stories from Elsewhere”, Rhian Sheehan

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Descobri a música deste artista neozelândes por acaso, a partir de uma playlist do Spotify e posso afirmar que fiquei muito impressionado. “Stories from Elsewhere” é um convite ao relaxamento, e eu o tenho usado com bastante frequência para acalmar minha filhinha de 5 anos na hora de dormir. Sheehan cria maravilhosos ambientes musicais ao longo das 13 faixas – todas instrumentais – que fazem parte do  álbum, lançado em 2013. Dentre elas, destaco “Sileo“, “Imber” e “Still“.