Dica de Álbum: “The Central Park Concert”, Dave Matthews Band

Gravado em 2003, durante um show para 120 mil pessoas, “The Central Park Concert” mostra toda a versatilidade da Dave Matthews Band. Gosto do conjunto norte-americano pelo bom gosto dos arranjos e pelo modo como a banda consegue combinar harmonicamente tantos instrumentos. O registro do concerto contém grandes hits do conjunto, como “Two Step”, “Where Are We Going” e “So Much to Say”; todavia, as minhas favoritas são “All Along the Watchtower” e a impressionante “Cortez, the Killer”. Um showzaço!

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Dica de Álbum: “Chaos A.D.”, Sepultura

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Lançado em 1993, “Chaos A.D.” é o quinto álbum de estúdio da banda brasileira Sepultura. Na minha opinião, este é o melhor disco do grupo que nasceu em Belo Horizonte, pelo peso e sonoridade, que beiram o metal industrial. Como em qualquer grande álbum, é difícil escolher as melhores faixas, pois o disco merece ser ouvido na íntegra. De qualquer forma, destaco “Territory”, “Slave New World” e “Nomad”. Sem dúvidas, um dos melhores álbuns de metal da história!

Dica de Álbum: “Living Room Songs”, Ólafur Arnalds

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O compositor e multi instrumentista islandês Ólafur Arnalds consegue mesclar, com muito bom gosto e sensibilidade, componentes da música clássica com elementos da música eletrônica. Seu álbum “Living Room Songs” – lançado em 2011 e gravado dentro da sala de estar de seu apartamento ao longo de uma semana – é um dos meus favoritos exatamente pela maestria como Arnalds executa esta mistura. É um álbum para ser ouvido com calma e, de preferência, com fones de ouvidos. Destaco as belíssimas “Lag fyrir ömmu” e “Near Light”. Se puder, escute os outros discos deste talentoso músico.

Dica de Álbum: “Waiting for the Sirens’ Call”, New Order

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Lançado em 2005, “Waiting for the Sirens’ Call” é o oitavo álbum de estúdio da banda britânica New Order. Diferente de outros discos do grupo, o álbum tem um tom bem menos sombrio, servindo como uma boa trilha sonora para quem deseja correr ou praticar exercícios físicos. Destaco “Who’s Joe?”, a dançante “Hey Now What You Doing” e “Dracula’s Castle”.
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Dica de Àlbum: “The Distance to Here”, Live

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O “Live” é uma de minhas bandas de rock alternativo prediletas, em decorrência da originalidade do som, o lirismo das letras e o voz ímpar de Ed Kowalczyk. “The Distance to Here” – quarto álbum de estúdio do conjunto norte-americano, lançado em 1999 – é meu álbum favorito, devido aos vocais especialmente energéticos de Kowalczyk canta, as belas letras e o instrumental bem afinado da banda. Gosto de todas as faixas do álbum, mas destaco a animada “The Dolphin’s Cry”, a pesada “Sparkle”, bem como as contemplativas “Run to the Water”, “Where Fishes Go” e “Face and Ghost (The Children’s Song)”. Se puder, confira também as letras!

Dica de Álbum: “Powerslave”, Iron Maiden

Em tempos de músicos de um sucesso só – e de letras e ritmos de gosto mais do que duvidoso -, o Iron Maiden e seus mais de 40 anos de estrada é um ponto fora da curva. Formada em 1975, a lendária banda britânica de heavy-metal possui uma sólida base de fãs, uma das discografia mais vastas e respeitadas da história do rock e arrasta multidões em todos os cantos do mundo. “Powerslave” – o quinto álbum de estúdio da banda e lançado em 1984 – é, desde a faixa inicial, “Aces High” (que se inicia com um trecho de Winston Churchill durante a II Guerra), até “Rime of the Ancient Mariner” (que foi inspirada a partir de um poema homônimo, lançado em 1798 pelo poeta Samuel Taylor Coleridge), é uma amostra do que a Donzela de Ferro é capaz de criar. Na minha humilde opinião, este é o melhor álbum do Maiden. Além de “Aces High” e “Rime of the Ancient Mariner”, destaco também “2 Minutes to Midnight” e “The Duellists”. Simplesmente um dos melhores discos de heavy-metal de todos os tempos!

Dica de Álbum: “The Chemical Wedding”, Bruce Dickinson


Bruce Dickinson é um dos meus vocalistas favoritos, não somente pela sua voz ímpar, mas por sua entrega e pela presença de palco nos shows. No seu período de exílio do Iron Maiden, Dickinson lançou alguns excelentes álbuns solo, sendo um deles “The Chemical Wedding”, de 1998. Este disco mistura peso, belas melodias, solos inspirados e o já patente lirismo de das letras de Dickinson. Na minha opinião, o álbum não deixa nada a dever aos melhores discos do Iron Maiden, até porque na banda que o gravou estava outro ex-exilado da Donzela de Ferro, o talentoso guitarrista Adrian Smith. Apesar de considerar que “The Chemical Wedding” deve ser ouvido na integridade, destaco a pesadíssima faixa-título, a épica “Jerusalem” e a bela “Gates of Urizen”. Uma aula de heavy-metal, vinda de um dos nomes mais respeitados do estilo.

Dica de App: “BandCamp”

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Para quem gosta de descobrir novas bandas, este aplicativo é muito bom. É possível descobrir bandas de todas as partes do mundo e adquirir canções da mesmas com um clique. O que é impressionante é a quantidade de músicos de qualidade que ainda não são conhecidos, apesar de serem bem melhores que algumas bandas em evidência.

Link para download na Play Store: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.bandcamp.android

Link para download na App Store: https://itunes.apple.com/br/app/bandcamp/id706408639?mt=8

Dica de Álbum: “Rattle That Lock”, David Gilmour

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David Gilmour é o meu guitarrista preferido. Ele, certamente, não é um dos músicos mais virtuosos do mundo, mas seu bom gosto nas composições e nos arranjos, sua criatividade e – principalmente – sua capacidade de valorizar cada nota em seus solos o tornam único. O álbum “Rattle That Lock“, seu quarto álbum de estúdio e lançado em 2015, é um excelente demonstração das habilidades de Gilmour. O disco é sensacional e destaco as faixas “Faces of Stones“, “A Boat Lies Waiting” e “And Then…