Dica de Álbum: “The Final Cut”, Pink Floyd

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Décimo segundo álbum do Pink Floyd, “The Final Cut” foi lançado em março de 1983. O disco é último com Roger Waters e foi marcado por grande tensão entre os integrantes da banda, além de não contar com o tecladista Richard Wright. Tecnicamente, trata-se de um álbum conceitual escrito inteiramente por Waters e que discorre sobre a Guerra das Malvinas e a II Guerra Mundial. Com letras carregadas de críticas políticas e sociais, o disco é – em termos sonoros – mais melancólico e sombrio que o lendário “The Wall”. Destaco as faixas “Your Possible Pasts”, “The Gunner’s Dream” e “Two Suns in the Sunset”. Indicado para momentos de maior instropecção.

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Dica de Álbum: “Sol29”, Nosound

Nosound - Sol29

Nosound” é uma banda italiana de rock progressivo fundada por Giancarlo Erra em 2002. Conheci a mesma em 2013 através do aplicativo BandHook e confesso que desde então se tornou uma das minhas bandas favoritas. Com influências do Pink Floyd e Brian Eno, o Nosound navega entre o rock progressivo e música ambiente, criando texturas sonoras de muito bom gosto. “Sol29“, de 2005, é o álbum de estreia do grupo, que – à época – era composto apenas por Erra. Suas faixas são majoritariamente instrumentais ou com poucas inserções vocais. Destaque para “The Moment She Knew”, “Overloaded”, “Idle End” e a espetacular “Sol29”.

Dica de Álbum: “Rattle That Lock”, David Gilmour

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David Gilmour é o meu guitarrista preferido. Ele, certamente, não é um dos músicos mais virtuosos do mundo, mas seu bom gosto nas composições e nos arranjos, sua criatividade e – principalmente – sua capacidade de valorizar cada nota em seus solos o tornam único. O álbum “Rattle That Lock“, seu quarto álbum de estúdio e lançado em 2015, é um excelente demonstração das habilidades de Gilmour. O disco é sensacional e destaco as faixas “Faces of Stones“, “A Boat Lies Waiting” e “And Then…

Dica de Álbum: “It All Starts From Pieces”, Distant Dream

Lançado em maio de 2017, “It All Starts From Pieces” é, para mim, a melhor surpresa musical do ano até o momento. Escrito pela banda Distant Dream, da Polônia, o álbum é totalmente instrumental e apresenta um rock progressivo muito bem arranjado, com belas passagens harmônicas e solos inspirados. Devido à alta qualidade do disco, fica até complicado escolher as melhores faixas, mas destaco “Sleeping Waves“, “Reverse” e “Cold Clouds“. Para os fãs de rock progressivo à procura de novos nomes, fica a dica!