Dica de Álbum: “Living Room Songs”, Ólafur Arnalds

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O compositor e multi instrumentista islandês Ólafur Arnalds consegue mesclar, com muito bom gosto e sensibilidade, componentes da música clássica com elementos da música eletrônica. Seu álbum “Living Room Songs” – lançado em 2011 e gravado dentro da sala de estar de seu apartamento ao longo de uma semana – é um dos meus favoritos exatamente pela maestria como Arnalds executa esta mistura. É um álbum para ser ouvido com calma e, de preferência, com fones de ouvidos. Destaco as belíssimas “Lag fyrir ömmu” e “Near Light”. Se puder, escute os outros discos deste talentoso músico.

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Dica de Álbum: “Waiting for the Sirens’ Call”, New Order

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Lançado em 2005, “Waiting for the Sirens’ Call” é o oitavo álbum de estúdio da banda britânica New Order. Diferente de outros discos do grupo, o álbum tem um tom bem menos sombrio, servindo como uma boa trilha sonora para quem deseja correr ou praticar exercícios físicos. Destaco “Who’s Joe?”, a dançante “Hey Now What You Doing” e “Dracula’s Castle”.
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Dica de Álbum: “The Final Cut”, Pink Floyd

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Décimo segundo álbum do Pink Floyd, “The Final Cut” foi lançado em março de 1983. O disco é último com Roger Waters e foi marcado por grande tensão entre os integrantes da banda, além de não contar com o tecladista Richard Wright. Tecnicamente, trata-se de um álbum conceitual escrito inteiramente por Waters e que discorre sobre a Guerra das Malvinas e a II Guerra Mundial. Com letras carregadas de críticas políticas e sociais, o disco é – em termos sonoros – mais melancólico e sombrio que o lendário “The Wall”. Destaco as faixas “Your Possible Pasts”, “The Gunner’s Dream” e “Two Suns in the Sunset”. Indicado para momentos de maior instropecção.

Dica de Álbum: “Sol29”, Nosound

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Nosound” é uma banda italiana de rock progressivo fundada por Giancarlo Erra em 2002. Conheci a mesma em 2013 através do aplicativo BandHook e confesso que desde então se tornou uma das minhas bandas favoritas. Com influências do Pink Floyd e Brian Eno, o Nosound navega entre o rock progressivo e música ambiente, criando texturas sonoras de muito bom gosto. “Sol29“, de 2005, é o álbum de estreia do grupo, que – à época – era composto apenas por Erra. Suas faixas são majoritariamente instrumentais ou com poucas inserções vocais. Destaque para “The Moment She Knew”, “Overloaded”, “Idle End” e a espetacular “Sol29”.

Dica de Álbum: “Rattle That Lock”, David Gilmour

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David Gilmour é o meu guitarrista preferido. Ele, certamente, não é um dos músicos mais virtuosos do mundo, mas seu bom gosto nas composições e nos arranjos, sua criatividade e – principalmente – sua capacidade de valorizar cada nota em seus solos o tornam único. O álbum “Rattle That Lock“, seu quarto álbum de estúdio e lançado em 2015, é um excelente demonstração das habilidades de Gilmour. O disco é sensacional e destaco as faixas “Faces of Stones“, “A Boat Lies Waiting” e “And Then…

Dica de Álbum: “It All Starts From Pieces”, Distant Dream

Lançado em maio de 2017, “It All Starts From Pieces” é, para mim, a melhor surpresa musical do ano até o momento. Escrito pela banda Distant Dream, da Polônia, o álbum é totalmente instrumental e apresenta um rock progressivo muito bem arranjado, com belas passagens harmônicas e solos inspirados. Devido à alta qualidade do disco, fica até complicado escolher as melhores faixas, mas destaco “Sleeping Waves“, “Reverse” e “Cold Clouds“. Para os fãs de rock progressivo à procura de novos nomes, fica a dica!

Dica de Álbum: “Hardwired… To Self-Destruct”, Metallica

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Lançado em novembro de 2016, o décimo álbum de estúdio do Metallica confirma o retorno à boa fase da banda norte-americana, que após o decepcionante “Saint Anger”, foi retomado pelo ótimo “Death Magnetic“. Pesado e veloz, “Hardwired… To Self-Destruct” mostra que o Metallica ainda tem muita gasolina no tanque. Destaque para a faixa-título, “Atlas Rise” e “Moth Into Flame“.

Dica de Álbum: “Master of Reality”, Black Sabbath

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Lançado em 1971, “Master of Reality” é terceiro disco de estúdio do Black Sabbath. O álbum contém algumas das canções mais emblemáticas da banda, como “Sweet Leaf“, “Orchid“, “Into the Void” e “Children of the Grave“, uma das minhas canções favoritas do quarteto de Birmingham. Mesmo depois de 46 anos de lançamento, ainda é um disco poderoso.

Dica de Álbum: “Chaos A.D.”, Sepultura

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Lançado em 1993, “Chaos A.D.” é o quinto álbum de estúdio da banda brasileira Sepultura. O álbum veio na esteira dos clássicos “Beneath the Remains” e “Arise“, marcando a melhor fase da banda. Pela alta qualidade do disco, é complicado indicar as melhores faixas, mas, na minha opinião elas são “Nomad“, “Slave New World” e “Territory“.